09 a 12 de Julho

A Escola de Saberes nasce um campo de transmissão viva onde tradição, ancestralidade e consciência se encontram de forma íntegra, respeitosa e profunda, se unem, se atualizam para serem compartilhados como sabedoria viva, contemporânea.

Tradições de culturas, etnias ancestrais e originárias, vindas de todo o mundo, se fundem a saberes científicos, espirituais onde são compartilhados pelo SDI (Shamanic Dream Institute) de forma contemporânea através de práticas conscientes em linguagem universal: frequência, vibração e som - linguagem inerente ao campo, as leis universais regentes em todo cosmos.

Aliança Viva entre Ancestralidade e Consciência

Este Feitio nasce de um encontro verdadeiro, de caminhos que se reconhecem, que se respeitam e se admiram. De um lado, a tradição viva dos povos originários da Região Amazônica, representado pelo Feitor Elicildo, Etnia Shawandawa, guardiões desta sagrada Medicina, herdeiros de um saber transmitido há séculos, que não se explica — se vive.

Do outro, o SDI, que sustenta o campo de consciência com uma linguagem contemporânea, capaz de integrar, traduzir e ampliar a experiência sem desconectar da raiz.

A fusão acontece na escuta profunda.

Sem hierarquia entre o antigo e o atual, mas com reverência, reconhecimento mútuo e admiração.
Os povos originários trazem o corpo do saber: o gesto exato, o tempo certo, a relação viva com as plantas e com as consciências da floresta.

O SDI sustenta o campo de consciência: a intenção clara, a leitura sutil, a integração do rito à vida cotidiana, para que a medicina não termine na cerimônia, mas siga atuando na ética, nas escolhas no dia a dia.

Aqui, tradição e visão contemporânea não competem.

Elas se atualizam e se complementam.

Não para criar algo novo, mais para lembrar o que sempre foi .

Há saberes que não se aprendem em livros.

Eles são transmitidos no fogo, no silêncio, no canto, no tempo certo e no gesto consciente de quem serve à vida.
Esta vivência abre o espaço sagrado do Feitio — não como produção, mas como rito vivo, onde cada participante atravessa a experiência de servir, aprender, consagrar e honrar a Medicina Ayahuasca em sua dimensão espiritual, cultural e coletiva, tradição em movimento.
Sabemos que a Medicina Ayahuasca é uma consciência viva e inteligente, portadora de um propósito maior: libertar a consciência humana das crenças que nos afastam do reconhecimento, do saber e da experiência direta do que somos em essência.

Ela nasce na floresta, mas não pertence apenas a ela.
Ela é do mundo. E seu chamado ecoa onde houver corações disponíveis para recordar o que somos.
Alguns povos originários são guardiões dessa sagrada medicina e mantêm viva a transmissão dos saberes ancestrais — através da oralidade, na prática, no canto, no rezo em presença.
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